Dia: 8 de maio de 2026

  • Mato Grosso assina acordo e passa a integrar sistema nacional de inteligência

    Mato Grosso assina acordo e passa a integrar sistema nacional de inteligência

    O governador Otaviano Pivetta assinou, nesta quinta-feira (7.5), o Acordo de Adesão que formaliza a entrada de Mato Grosso no Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin). A adesão reforça a capacidade de atuação das forças de segurança e o combate às facções criminosas em Mato Grosso.

    O ato ocorreu no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, e representa a ampliação da cooperação entre o Estado e órgãos nacionais de segurança, com foco no compartilhamento de informações e no fortalecimento das ações de enfrentamento ao crime.

    Com essa integração, o Estado passa a ter mais acesso a informações e mais agilidade na atuação contra as facções criminosas. Isso fortalece o trabalho das forças de segurança e melhora a proteção da população”, afirmou o governador.

    Também participaram da agenda o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Luiz Fernando Corrêa, e a secretária de Estado de Segurança Pública, coronel PM Susane Tamanho.

    O acordo prevê troca de informações entre órgãos estaduais e federais em ações de segurança pública, além de áreas estratégicas como segurança alimentar e mudanças climáticas.

    O Governo de Mato Grosso pleiteou a adesão ao sistema por meio da Casa Civil e das Secretarias de Estado de Segurança Pública, Meio Ambiente e Fazenda.

    Fonte:  Assessoria

  • Juiz não vê promoção pessoal e nega ação do PSD contra Pivetta

    Juiz não vê promoção pessoal e nega ação do PSD contra Pivetta

    O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) negou o pedido de liminar apresentado pelo Partido Social Democrático (PSD), do senador Carlos Fávaro, que buscava a retirada imediata de peças publicitárias do Governo do Estado, relacionadas às obras na BR-163.

    Na decisão, desta quinta-feira (7), o juiz-membro relator Jean Garcia de Freitas Bezerra entendeu que, neste momento processual, não há elementos suficientes para caracterizar propaganda eleitoral antecipada.

     

    A representação questionava jingles veiculados em rádio e televisão com frases como “Foi lá e fez. Vai lá e faz” e “Mato Grosso melhorando, e ainda vai ter mais”, sob alegação de que haveria promoção pessoal do governador Otaviano Pivetta e do ex-governador Mauro Mendes.

    Ao analisar o pedido, o magistrado destacou que a jurisprudência consolidada do Tribunal Superior Eleitoral exige, para caracterização da propaganda antecipada ilícita, a existência de pedido explícito de voto ou uso de expressões equivalentes às chamadas “palavras mágicas”, como “vote”, “eleja”, “apoie” ou “conto com seu voto”. Fato que, na avaliação do magistrado, não restou caracterizado.

    O juiz ressaltou ainda que a frase “vai lá e faz” pode ser interpretada como referência à continuidade das ações do governo e não necessariamente como promessa eleitoral futura. Já a expressão “Mato Grosso melhorando, e ainda vai ter mais” foi considerada uma mensagem genérica de continuidade administrativa e otimismo, sem robustez suficiente para ser equiparada a um pedido de voto.

     

    Outro ponto destacado na decisão, foi a ausência, até o momento, de provas robustas que demonstrem associação direta e indissociável das expressões utilizadas aos agentes políticos citados na ação. O magistrado observou também que não há, nas peças descritas, imagens ou referências visuais explícitas aos representados que reforcem eventual caráter eleitoral da publicidade.

    O relator também diferenciou eventual discussão sobre propaganda eleitoral antecipada de outras hipóteses jurídicas, como possível violação ao princípio da impessoalidade, desvio de finalidade na publicidade institucional, conduta vedada ou abuso de poder político. Segundo a decisão, esses temas demandam apuração própria, com rito processual específico e produção adequada de provas.

    Com isso, o magistrado concluiu que não seria juridicamente prudente determinar a retirada imediata da campanha institucional apenas com base na interpretação de que as expressões utilizadas fariam referência subliminar a agentes políticos específicos.

    A decisão ressalta ainda que não estão presentes, neste momento, elementos suficientes para justificar a remoção liminar da publicidade institucional.

    Com a decisão, a campanha institucional permanece no ar.

     

    Fonte:  Midianews

  • Nova Mutum: SAMA atende denúncia de maus-tratos a animal doméstico

    Nova Mutum: SAMA atende denúncia de maus-tratos a animal doméstico

    Na tarde de 30 de abril de 2026, um cidadão foi detido pela Polícia Militar após ação conjunta com a fiscalização ambiental da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente (SAMA), em Nova Mutum, em razão de denúncia sobre maus-tratos a animal doméstico no centro da cidade. A ocorrência foi registrada após relato de que o suspeito estaria agredindo o próprio cão com um cabo de vassoura, conduta enquadrada como crime ambiental, conforme o artigo 32 da Lei nº 9.605/1998.

    De acordo com as equipes que atuaram na ocorrência, a fiscalização ambiental foi acionada imediatamente e esteve no local com o apoio da guarnição de plantão da Polícia Militar, diante da gravidade da situação. O cidadão foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde o caso passa a ser apurado nas esferas cível e criminal.

    Atualmente, o animal permanece em observação e sob guarda do abrigo municipal, recebendo os cuidados necessários.

    A legislação brasileira é rigorosa no combate aos maus-tratos contra animais. O artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais prevê pena de detenção de três meses a um ano, além de multa, para quem praticar abuso, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. Em Nova Mutum, a Lei Municipal nº 2024/2016 reforça a proteção a todos os animais contra práticas abusivas.

    A orientação é para que a população continue colaborando com os órgãos competentes e denuncie imediatamente qualquer suspeita de maus-tratos. As ocorrências podem ser comunicadas à Ouvidoria Municipal, com o máximo de informações possível. Sempre que viável, fotos e vídeos ajudam a reforçar o registro e agilizam a apuração.

     

    Fonte:  Assessoria