Ed Motta Jornalista

Produtores rurais são convidados a contribuir com o Plano Municipal da Agricultura Familiar

Em um contexto de desafios crescentes para o setor agropecuário, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, em parceria com o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural e a Faculdade FAMUTUM, promove no próximo dia 19 de fevereiro, uma Oficina Participativa dedicada à elaboração do Plano Municipal da Agricultura Familiar. O evento, marcado para as 14h na Faculdade, representa um marco para o desenvolvimento sustentável do município, ao priorizar a escuta ativa de produtores rurais e atores institucionais.

A iniciativa reunirá agricultores familiares, acadêmicos, representantes de associações e cooperativas, cooperativas de crédito, instituições financeiras, Sindicato Rural e órgãos como EMPAER, INCRA e INDEA. Esse formato inclusivo transforma a oficina em um fórum de diálogo coletivo, onde propostas e sugestões serão debatidas para fortalecer o acesso a crédito rural, assistência técnica e regularização produtiva.

Em Nova Mutum, região de vocação agropecuária no Médio Norte de Mato Grosso, o plano pode mitigar vulnerabilidades, como a dependência de monoculturas, fomentando diversificação produtiva e resiliência ambiental.

Cada agricultor, agricultora e instituição parceira tem um papel fundamental nessa construção coletiva. Convidamos todos os agricultores de Nova Mutum e região a participarem ativamente desta oficina no dia 19 de fevereiro. Este é o momento de ouvir, dialogar e planejar juntos os próximos passos para o fortalecimento da agricultura familiar em nosso município”, destaca a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente.

Nova Mutum vem, nos últimos anos, se posicionando como referência em governança participativa no agronegócio familiar. A relevância da oficina transcende o âmbito imediato: ela pavimenta ações integradas que orientem investimentos públicos e privados, ampliando a competitividade do setor.

A participação comunitária, nesse sentido, garante que o documento final reflita as demandas reais, evitando políticas genéricas e promovendo equidade social no campo.

Fonte: Assessoria

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