Dia: 8 de julho de 2026

  • Carreta do Amor oferecerá mamografias e exames preventivos em Nova Mutum de 14 a 16 de julho

    Carreta do Amor oferecerá mamografias e exames preventivos em Nova Mutum de 14 a 16 de julho

    Secretaria de Saúde informa que pacientes com vagas agendadas devem comparecer no horário indicado para não perder o atendimento

     

    A Prefeitura Municipal de Nova Mutum, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que a Carreta do Amor realizará atendimentos de mamografia e coleta do exame preventivo (Papanicolau) em frente ao Ginásio Lauro Immich, entre os dias 14 e 16 de julho, das 7h às 17h, sem interrupção para o horário de almoço, com o objetivo de ampliar o acesso ao rastreamento e à detecção precoce do câncer de mama e do câncer do colo do útero.

    A ação disponibilizará 25 mamografias por período (manhã e tarde), totalizando 150 exames ao longo dos três dias; as vagas serão preenchidas pela Central de Vagas conforme a lista de pacientes que já aguardavam pelo exame. A coleta do Papanicolau será realizada em livre demanda, por ordem de chegada, durante todo o horário de atendimento.

    Segundo a coordenadora da Atenção Básica, Juciane Kanieski, “a vinda da Carreta do Amor reforça a prevenção: trazemos diagnóstico mais próximo da população para reduzir filas e agilizar o início de tratamentos, quando necessário.” Ela acrescenta: “pedimos às pacientes com mamografia agendada que compareçam no horário informado pela Central de Vagas para garantir o atendimento e evitar desperdício de vagas.”

    A iniciativa integra as ações de promoção da saúde e segue protocolos para rastreamento oncológico, com o objetivo de detectar alterações precoces e encaminhar as pacientes para acompanhamento especializado quando necessário. A Secretaria reitera a importância da adesão: “a prevenção salva vidas“, concluiu a coordenadora.

    Para mais informações sobre critérios, documentos necessários e confirmação de agendamento, a população deve entrar em contato com a Unidade Básica de Saúde local.

     

    Fonte: Assessoria

  • Empréstimo de R$ 1,5 bi deve ficar para o próximo governador, avalia Max

    Empréstimo de R$ 1,5 bi deve ficar para o próximo governador, avalia Max

    O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Max Russi (Podemos), disse que o empréstimo de R$ 1,5 bilhão proposto pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos) vai acabar sendo administrado pelo próximo ocupante do cargo, a ser eleito em outubro deste ano.

    O projeto, que Pivetta levou pessoalmente ao Legislativo Estadual, teve a tramitação suspensa após pedido de vista do deputado Lúdio Cabral (PT), que questiona alguns pontos do contrato com a Caixa Econômica Federal (CEF), como a taxa de juros e a linha de crédito escolhida, que, no entendimento do parlamentar, é genérica e não garante que os recursos sejam destinados para a construção das casas populares, que é o que promete Pivetta.

    Esse é um recurso que, até a aprovação, e a aprovação vai ser após o período eleitoral, deve ficar para o próximo governo definir o que vai gastar, como vai gastar e a forma como vai fazer. Mas o governo, independentemente de quem seja o governador ou não, tem que fazer o planejamento, os acompanhamentos”, disse Max Russi em entrevista à Rádio CBN de Cuiabá, nesta terça-feira (7).

    Max defendeu a ideia de construção de casas populares, especialmente nas cidades que estão crescendo no interior e que têm dificuldade de encontrar mão de obra, entre outros motivos, em razão dos altos preços de aluguel.Para o presidente da Assembleia Legislativa, a decisão de fazer o empréstimo é do ocupante do cargo de governador, uma prerrogativa do Poder Executivo, cabendo a ele verificar as condições ideais para a sua contratação.

    Essa é uma prerrogativa do Poder Executivo. Ele tem capacidade de financiamento, tem necessidade de investimento, achou no mercado o banco que fez o empréstimo naquilo que o governo entende como sendo interessante. Eu particularmente defendo e sempre vou dar essa autonomia ao Poder Executivo para que possa fazer esse encaminhamento”, concluiu Russi.

     

    Fonte: Gazetadigital

  • AMM representa municípios de MT em mobilização nacional sobre impacto fiscal nas prefeituras

    AMM representa municípios de MT em mobilização nacional sobre impacto fiscal nas prefeituras

    Presidente Hemerson Maninho participa, em Brasília, de agenda convocada pela CNM para discutir propostas em tramitação no Congresso que podem afetar as finanças municipais

    O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Maninho, participa nesta terça-feira (7), em Brasília, da Mobilização Municipalista convocada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). A agenda reúne prefeitos e lideranças de todo o país para discutir propostas em tramitação no Congresso Nacional que podem gerar impacto direto nas finanças das cidades. Classificadas como pautas-bomba, as medidas poderão provocar um impacto anual estimado de R$ 5,1 bilhões nos cofres das prefeituras de Mato Grosso.

    Maninho representa institucionalmente os 142 municípios de Mato Grosso associados à AMM. Também participam da mobilização gestores mato-grossenses, entre eles o prefeito de São José do Povo, Ivanildo Vilela da Silva, o Júnior da Saúde, e o prefeito de Lambari d’Oeste, Marcelo Vieira Vitorazzi, o Marcelinho da Bem Star.

    O principal ponto de preocupação do movimento municipalista é o avanço de projetos que criam ou ampliam obrigações para os municípios sem a definição de fonte permanente de custeio. Entre eles estão a criação de pisos salariais para diversas categorias profissionais, aposentadorias especiais, adicionais de insalubridade, atendimento individualizado na educação especial, oferta de instituições de longa permanência, entre outras propostas.

    Para Hemerson Maninho, à frente da associação desde abril deste ano, o debate no Congresso Nacional precisa considerar a realidade financeira dos municípios, que são responsáveis pela execução direta de grande parte das políticas públicas. “Quando uma nova obrigação é aprovada sem recurso definido, quem sente primeiro é o município. A prefeitura não pode simplesmente deixar de atender a população. Ela precisa manter a saúde funcionando, a educação em dia, o transporte escolar, a assistência social, a limpeza urbana, as estradas e tantos outros serviços. A nossa preocupação é justamente essa: garantir que nenhuma decisão tomada em Brasília comprometa a capacidade das prefeituras de cuidar das pessoas”, afirma o presidente da AMM e ex-prefeito de Colíder.

    O tema tem impacto especialmente sobre cidades de pequeno e médio porte, que possuem menor margem orçamentária para absorver novos custos sem comprometer o planejamento financeiro. Em Mato Grosso, a pauta ganha relevância pela diversidade territorial do estado e pelo papel das prefeituras na manutenção de serviços públicos em áreas como saúde, educação, assistência social, transporte escolar, infraestrutura urbana e estradas vicinais.

    Durante a mobilização, também estão sendo debatidas pautas prioritárias para fortalecer a gestão municipal, como a aprovação das PECs 231/2019 e 25/2022, que preveem aumento nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), e da PEC 253/2016, que garante maior representação dos municípios junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).

    A atuação da AMM em Brasília integra o trabalho institucional da entidade em defesa do equilíbrio federativo, da responsabilidade fiscal e da garantia de condições para que os municípios mantenham serviços públicos à população. A programação segue até quarta-feira (8) e inclui reuniões com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e com representantes da Presidência da República, dando continuidade ao diálogo iniciado durante a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.

     

    Fonte: Redação