Dia: 26 de maio de 2026

  • Nova sede da Unidade Permanente de Castração em Lucas do Rio Verde será entregue nesta quarta-feira

    Nova sede da Unidade Permanente de Castração em Lucas do Rio Verde será entregue nesta quarta-feira

    Espaço ampliará a capacidade de atendimento e oferecerá mais conforto à comunidade e aos animais

    A Unidade Permanente de Castração de Cães e Gatos (UPC) de Lucas do Rio Verde passará a atender em novo endereço a partir desta semana. A cerimônia de inauguração da nova sede será realizada na próxima quarta-feira (27), às 8h, na Rua Londrina, no bairro Menino Deus.

    O novo espaço conta com localização mais acessível, facilitando o deslocamento das famílias que utilizam os serviços de castração e microchipagem de animais. A estrutura foi planejada para ampliar a capacidade de atendimento e garantir mais qualidade nos serviços prestados à população.

    A nova sede da UPC contará com dois centros cirúrgicos, sala de atendimento, sala de coleta e de espera, oferecendo mais conforto, organização e segurança para os animais e seus tutores.

    Os agendamentos para o mês de junho já passam a ser realizados no novo prédio, assim como os atendimentos que haviam sido previamente agendados.

    Fonte:  Assessoria

  • Nova Mutum: Metas fiscais serão apresentadas em audiência pública nesta sexta-feira

    Nova Mutum: Metas fiscais serão apresentadas em audiência pública nesta sexta-feira

    A Secretaria Municipal de Finanças e Orçamento de Nova Mutum realiza, no dia (29.mai.2026) às 15h, no Plenário da Câmara Municipal, Audiência Pública para apresentação e avaliação do cumprimento das metas fiscais referentes ao 1º quadrimestre de 2026 e do 2º bimestre de 2026; o encontro é aberto à população e visa garantir transparência e controle social sobre a execução do orçamento municipal.

    O evento vai expor os demonstrativos do Relatório de Gestão Fiscal (RGF) do 1º quadrimestre e o Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) do 2º bimestre de 2026, documentos que detalham receitas, despesas, investimentos e cumprimento das obrigações fiscais. A divulgação e a análise pública desses relatórios atendem às exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal e possibilitam que cidadãos, entidades e vereadores acompanhem e questionem as decisões orçamentárias do município.

    Segundo a Secretaria de Finanças e Orçamento, a audiência é uma oportunidade para esclarecer dúvidas e receber sugestões da comunidade. “Convidamos toda a população a participar: a presença do cidadão fortalece a transparência e o controle social sobre os recursos públicos”, afirma a assessora técnica de Finanças e Orçamento, Carini Ledur. Ela acrescenta que “os relatórios trazem dados detalhados sobre receitas, despesas e investimentos realizados nos primeiros meses do ano, e estarão à disposição para consulta durante a sessão.”

    Além da apresentação técnica dos demonstrativos, a programação prevê espaço para perguntas e manifestações dos presentes, permitindo o diálogo entre sociedade e poder público.

    A participação da comunidade é considerada fundamental pela administração municipal.

    Fonte: Assessoria

  • MPE aponta “colapso investigativo” em delegacia e cobra solução

    MPE aponta “colapso investigativo” em delegacia e cobra solução

    Inspeção identificou falta de efetivo, acúmulo de inquéritos sem conclusão e outras irregularidades

    O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) ingressou com ação civil pública contra o Estado para exigir a regularização da estrutura e do funcionamento da Delegacia de Polícia Civil de Feliz Natal (530 km de Cuiabá), diante de um cenário considerado grave e persistente de precariedade que compromete a prestação do serviço de segurança pública e afeta diretamente a população local.

    A medida judicial foi adotada após sucessivas inspeções realizadas pela Promotoria de Justiça ao longo dos últimos anos, que evidenciaram uma série de irregularidades estruturais e operacionais. Entre os principais problemas constatados estão a falta de efetivo policial, o acúmulo expressivo de inquéritos sem conclusão, falhas na cadeia de custódia de provas, ausência de gestão adequada e condições físicas inadequadas do prédio onde funciona a unidade policial.

     

    O levantamento também apontou a existência de investigações em aberto há mais de uma década, inclusive relacionadas a crimes graves como homicídios, estupros de vulnerável, tráfico de drogas e violência doméstica, o que demonstra a incapacidade do Estado em dar resposta efetiva à demanda reprimida.

    Outro ponto destacado na ação diz respeito à insuficiência de recursos humanos. A Promotoria identificou que a delegacia opera com equipe extremamente reduzida, incapaz de atender ao volume de ocorrências e de realizar diligências essenciais, o que resulta em atrasos reiterados e na perpetuação da impunidade.

    Ainda conforme a ação, há registros de boletins de ocorrência que permanecem sem análise há mais de cinco anos, além de fragilidades nos sistemas de controle interno, que até recentemente não contavam com informatização adequada. A Promotoria destaca que esse cenário contribui, inclusive, para a perda de provas relevantes, como em casos em que não houve realização de perícia ou coleta de imagens, posteriormente tornadas irrecuperáveis com o passar do tempo.

    A ação também ressalta que a precariedade estrutural da unidade policial tem impactado a confiança da população no sistema de segurança, levando cidadãos a buscar atendimento em municípios vizinhos. Para o Ministério Público, essa situação caracteriza violação direta ao direito fundamental à segurança pública, assegurado pela Constituição Federal, além de descumprimento do dever do Estado de garantir condições mínimas para a adequada investigação criminal.

     

    Do ponto de vista jurídico, o Ministério Público sustenta que a omissão do Estado de Mato Grosso em prover estrutura, efetivo e meios materiais adequados configura afronta aos princípios da eficiência administrativa e à obrigação constitucional de assegurar a ordem pública. A instituição também argumenta que a segurança pública constitui serviço essencial e não pode ser comprometida por limitações administrativas ou orçamentárias, sobretudo quando estão em jogo direitos fundamentais da coletividade.

    Diante disso, o Ministério Público requer a concessão de tutela de urgência para que o Estado implemente, em prazo curto, um plano emergencial destinado à regularização dos procedimentos investigativos, com reforço temporário de pessoal, priorização de casos mais antigos e de maior gravidade, além da implantação de mecanismos de controle e acompanhamento dos boletins de ocorrência.

    Também são solicitadas medidas estruturais, como adequação do espaço físico, melhoria das condições da cadeia de custódia, fornecimento de equipamentos e definição de um efetivo mínimo para a unidade, bem como a criação de instrumentos permanentes de monitoramento dos resultados.

     

    Além das obrigações de fazer, a ação pede a condenação do Estado ao pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de 300 mil reais, a ser revertido ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, como forma de responsabilização pelas falhas constatadas e pelos prejuízos causados à sociedade.

    A promotora de Justiça Maisa Fidelis Gonçalves Pyrâmides, autora da ação, destaca que a iniciativa busca assegurar não apenas a regularização das atividades da Polícia Civil no município, mas a garantia de um serviço público essencial eficiente, capaz de oferecer respostas adequadas à criminalidade e de proteger a integridade e os direitos da população.

     

    Fonte: Midianews