Dia: 6 de abril de 2026

  • Reginaldo Oliveira assume Secretaria de Cidadania e Assistência Social de Nova Mutum

    Reginaldo Oliveira assume Secretaria de Cidadania e Assistência Social de Nova Mutum

    O prefeito de Nova Mutum, Leandro Félix, anunciou a exoneração da primeira-dama e secretária de Cidadania e Assistência Social, Aline Félix, que deixa o cargo para se dedicar a um projeto pessoal. A mudança foi oficializada na tarde desta quinta-feira (2).

    À frente da pasta por cinco anos, Aline destacou que o período foi marcado pela implementação de projetos voltados à população em situação de vulnerabilidade. Entre as principais iniciativas estão o Mercado do Bem, a Casa Resgate e o programa Cidadania Kids, que ampliaram o alcance das ações sociais no município.

    Fico muito grata por esses cinco anos à frente da Secretaria. Foi um trabalho construído com muito carinho, olhando de perto quem mais precisa. A decisão de sair foi tomada em família, com muita responsabilidade. Seguimos firmes, porque vou continuar contribuindo como primeira-dama, acompanhando de perto esses projetos que são tão importantes para Nova Mutum”, afirmou.

    O prefeito Leandro Félix agradeceu o trabalho desenvolvido pela esposa e destacou o impacto das ações na vida das famílias atendidas. “Quero agradecer de coração todo o trabalho da Aline à frente da pasta, que fez a diferença na vida de muitas famílias de Nova Mutum. Tenho certeza de que ela vai seguir contribuindo muito, agora nesse novo projeto que vem pela frente”, declarou.

    Para assumir a Secretaria, foi nomeado Reginaldo Luiz de Oliveira, atual coordenador da Proteção Social Básica, servidor de carreira e assistente social. Ele chega ao cargo com a missão de dar continuidade aos programas em andamento e fortalecer as políticas públicas de assistência social no município.

     

    Fonte: Assessoria

  • Deputada alerta que lei não faz ‘mágica’ sem polícia na rua; ‘programa vira enxugar gelo’

    Deputada alerta que lei não faz ‘mágica’ sem polícia na rua; ‘programa vira enxugar gelo’

    A Lei 15.358/2026, sancionada em 24 de março pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), trouxe mudanças significativas no combate ao crime organizado. O texto estabelece penas mais rígidas para líderes de facções, restringe benefícios penais e cria mecanismos para o asfixiamento financeiro dessas organizações. No entanto, para a deputada federal Coronel Fernanda (PL), a legislação, por si só, é insuficiente sem o fortalecimento da estrutura humana das forças de segurança, especialmente da Polícia Militar.

     

    A lei foi um passo importante e oferece novos instrumentos para que a segurança pública atue diretamente contra as facções. Mas ainda precisamos de investimento em pessoal. Mato Grosso está longe do ideal em qualquer aspecto, pois operamos com o mesmo efetivo de 30 anos atrás”, criticou a parlamentar.

    De acordo com a deputada, o avanço das facções no estado escancara essa fragilidade. Ela afirma que, nos últimos anos, grupos criminosos expandiram sua atuação para praticamente todos os municípios mato-grossenses, enquanto o número de policiais permaneceu estagnado.

    As facções ampliaram seus tentáculos em Mato Grosso, chegando a todas as cidades. Como combater o crime organizado sem polícia na rua? Não existe mágica. O governo tem investido em tecnologia e na melhoria dos quartéis, mas isso não basta. Precisamos de mais homens e mulheres no policiamento, de canais de denúncia mais fortes e de efetividade nas respostas”, questionou.

    Fernanda também criticou a sobrecarga dos profissionais da ativa, apontando que programas de segurança acabam limitados sem o aumento do contingente. “Sem polícia na rua, qualquer programa vira ‘enxugar gelo’. Estão sobrecarregando quem já está trabalhando, aumentando responsabilidades sem a remuneração adequada e sem o descanso necessário”, pontuou.

     

    Facções expandem território

    Um exemplo recente da ousadia do crime organizado foi a deflagração da Operação Argos pela Polícia Civil, neste mês. A investigação revelou a existência de um centro de treinamento de uma facção criminosa dentro de uma área indígena em Santo Antônio de Leverger. No local, os criminosos promoviam cursos de sobrevivência na selva e táticas de guerrilha com armamento pesado, incluindo fuzis .556 e .762 e até metralhadoras calibre .30. Ao todo, quatro mandados de busca foram cumpridos na região da Aldeia Tereza Cristina.

    Para a deputada, embora a Lei Antifacção represente um avanço jurídico necessário, o combate ao crime organizado seguirá limitado em Mato Grosso enquanto não houver um reforço substancial no número de policiais nas ruas para conter a expansão territorial das facções.

     

    Fonte:  Gazetadigital

  • Pivetta alerta: “A receita não vem sendo como nos outros anos”

    Pivetta alerta: “A receita não vem sendo como nos outros anos”

    O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) avalia “com cautela” a receita do Estado e fez alerta de que a perda da renda dos produtores rurais, devido à redução dos preços dos produtos agrícolas e o aumento dos custos da produção, compromete a arrecadação e todo o movimento econômico de Mato Grosso.

    Nós temos cautela. Porque a receita, esse ano, o desempenho da receita não vem sendo conforme aconteceu nos outros anos”, disse à imprensa. “A receita dos produtores baixou muito por causa do preço final dos produtos“, explicou.

    A principal causa da cautela de Pivetta é o impacto na renda da produção do agro, que endividado, e com financiamento a juros altos, reduziu a margem de ganho e também o volume do dinheiro circulando no Estado.

    Com menos dinheiro em circulação, o consumo é reduzido e, desta forma, a arrecadação do principal tributo do Estado, o ICMS, reduz e diminui a receita do Governo. Esse é o entendimento da equipe econômica da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz)

     

     

    Investimentos e manutenção

    Um dos principais impactos com menos receita, explicou Pivetta, é que o Estado deixará de investir os atuais 20% da receita corrente líquida, que é o dinheiro que fica no caixa do Governo após repasses aos poderes, municípios e à Previdência e assistência social.

    Segundo dados da Secretaria de Fazenda (Sefaz-MT), o Governo deve investir este ano R$ 7 bilhões.

    A cautela defendida por Pivetta se explica ainda pelo fato do Governo ter que manter a folha de servidores efetivos convocados recentemente para segurança pública, saúde e educação. Além da manutenção de hospitais inaugurados este ano e a destinação de recurso para outras unidades de saúde já planejadas a serem construídas.

    Nós estamos vivendo um período de crise profunda no setor mais importante da nossa economia, que é a agricultura. E nós estamos olhando a receita com muita cautela”, reforçou. “As despesas têm aumentado na medida em que a gente convoca mais gente para trabalhar”.

     

    Custo do petróleo e insumos

    O governador explicou que a guerra no Oriente Médio e o consequente aumento do preço do petróleo impacta diretamente no agronegócio de Mato Grosso, por causa do custo embutido no transporte e no dia da operação do campo, que depende do combustível fóssil e seus deriados, assim como no cotidiano da economia e na arrecadação do Estado.

    O petróleo é o insumo básico para nossa vida,  não só para agricultura, mas para todo cidadão mato-grossense. O petróleo influencia no transporte, nos bens de consumo, nos alimentos,  no custo de produção, porque as máquinas todas são tocadas com óleo diesel, no transporte coletivo. A influência do aumento do petróleo é muito ruim na nossa vida“, explicou Pivetta.

    Como parte da demanda pelo combustível na cadeia de produação urbana e rural, o resultado é a redução na arrecadação do Estado e o freio na atividade econômica em função dos custos que impactam em todos os setores da atividade produtiva.

     

     

    Fonte:  Midianews

  • Hospital Central adota cuidado personalizado para pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

    Hospital Central adota cuidado personalizado para pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

    Espaço exclusivo para dar mais aconchego e segurança. Volume da televisão reduzido para evitar que o som se torne ruído. Menos claridade na enfermaria. Abordagem cuidadosa e atenta com o paciente e o familiar. São cuidados como esses que fazem a diferença no atendimento a pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, em Cuiabá.

    Unidade de saúde do Governo de Mato Grosso gerida pelo Einstein Hospital Israelita, o hospital entrou em operação em 19 de janeiro e atende integralmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). E, já nos primeiros dias de atividades, recebeu seu primeiro paciente com TEA: um garoto de 8 anos, internado para fazer uma cirurgia, acompanhado pelo pai.

    No momento da internação, já acionamos a equipe multiprofissional e damos início ao protocolo com todos os cuidados necessários”, relata Walison Rodrigues, analista do setor de Experiência do Paciente do Hospital Central.

    Para tornar a jornada do paciente mais confortável, um colaborador de referência, da equipe de enfermagem, é destacado para se dedicar exclusivamente à comunicação com o paciente e a família. “O atendimento foi maravilhoso, ele pôde brincar, visitou a brinquedoteca e ficou muito tranquilo. Foi tudo ótimo e rápido”, relatou a mãe do paciente.

    A gerente de Práticas, Qualidade e Segurança do hospital, Fanny Araújo, explica que o primeiro passo é compreender o que importa para o paciente. “O fluxo de atendimento é todo pensado para entender o que é mais confortável para a pessoa. Às vezes, há um pedido relacionado à alimentação, ou voltado ao enxoval do quarto, por exemplo. O empenho das equipes assistenciais e de apoio, em parceria com o setor de Experiência do Paciente, é para que o paciente possa ter acesso ao que é importante para ele”, observa Fanny.

    De acordo com a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor, o Einstein tem como premissa, para todas as suas unidades, bem como para as públicas que administra, o cuidado centrado na pessoa. “Nossa cultura organizacional prioriza o paciente e seus familiares e, para isso, aprimoramos nossos serviços o tempo todo com a ajuda de uma equipe multiprofissional”, pontua. Além de médicos e enfermeiros, o time inclui psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, fonoaudiólogos, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e brinquedistas, entre outros profissionais.

    O Einstein é uma das poucas organizações de saúde brasileiras com Selo Ouro da certificação Planetree, que atesta os cuidados centrados na pessoa, incluindo pacientes com TEA. A informação consta no site da certificadora International Society for Quality in Health Care External Evaluation Association.

    Sobre o Einstein 

    O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo a última edição do ranking World’s Best Hospitals da revista Newsweek. Com sede em São Paulo, é uma organização filantrópica que leva, há 25 anos, a sua expertise em gestão hospitalar para o SUS. Atualmente, administra 35 unidades públicas, das quais nove são hospitais – um deles o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, em Cuiabá.

     

    Fonte: Assessoria